Ir para o conteúdo
Logotipo Branco Setec
  • Segmentos
    • Automotive
    • Industry
    • Service
    • Healthcare
  • Sobre nós
  • Agenda
  • MBA Setec
  • Insights
  • Fale conosco
  • Segmentos
    • Automotive
    • Industry
    • Service
    • Healthcare
  • Sobre nós
  • Agenda
  • MBA Setec
  • Insights
  • Fale conosco

LOGIN

OrbitVerticalLaranja (1)
ARG
brasil
Logotipo Branco Setec

LOGIN

OrbitVerticalLaranja (1)
ARG
brasil
  • Segmentos
    • Automotive
    • Industry
    • Service
    • Healthcare
  • Sobre nós
  • Agenda
  • MBA Setec
  • Insights
  • Fale conosco
  • Segmentos
    • Automotive
    • Industry
    • Service
    • Healthcare
  • Sobre nós
  • Agenda
  • MBA Setec
  • Insights
  • Fale conosco

LOGIN

OrbitVerticalLaranja (1)
ARG
brasil
Logotipo Branco Setec
  • Segmentos
    • Automotive
    • Industry
    • Service
    • Healthcare
  • Sobre nós
  • Agenda
  • MBA Setec
  • Insights
  • Fale conosco
  • Segmentos
    • Automotive
    • Industry
    • Service
    • Healthcare
  • Sobre nós
  • Agenda
  • MBA Setec
  • Insights
  • Fale conosco

O Plano de Ação do seu projeto está malfeito e posso te provar.

  • maio 26, 2025

Últimas publicações

Quando a Fórmula 1 ajudou a salvar vidas numa UTI Pediátrica

O Great Ormond Street Hospital, referência em cirurgia cardíaca pediátrica,...

Leia mais14 de janeiro de 2026

As 10 tendências que transformarão Programas de Melhoria Contínua em ecossistemas de alto valor.

Os Programas de Melhoria Contínua estão deixando de ser estruturas...

Leia mais14 de janeiro de 2026

Tendo conversas difíceis com LEGO® Serious Play® e MAPPE®

Conversas difíceis são inevitáveis no ambiente corporativo. Questões ligadas a...

Leia mais7 de janeiro de 2026

Natura faz collab com Universidade de Oxford para Método de Avaliação de Bem-Estar

A parceria entre a Natura e a Universidade de Oxford...

Leia mais9 de dezembro de 2025

O artigo discute indicadores que um plano de ação pode estar mal estruturado, prejudicando os resultados de projetos de melhoria. Ele orienta sobre como elaborar planos de ação mais claros, com tarefas específicas, responsáveis definidos, métricas de sucesso e prazos realistas, garantindo que o esforço se traduza em resultados concretos e mensuráveis.

Principais pontos do artigo

  • Sinais de um plano de ação mal formulado
  • Como definir objetivos claros e específicos
  • Importância de indicadores e métricas bem escolhidos
  • Definição de responsáveis e prazos realistas
  • Ferramentas que ajudam a estruturar planos eficazes
  • Consequências de planos mal elaborados

Em muitas organizações, a busca por melhorias nos processos se tornou uma prática superficial, limitada a ajustes cosméticos que garantem apenas o funcionamento do estado atual (AS IS). Embora os discursos sejam ambiciosos, as ações carecem de profundidade e comprometimento para gerar mudanças significativas e sustentáveis. O resultado é um paradoxo: processos que aparentam ser mais eficientes, mas que mantêm falhas estruturais, especialmente no que diz respeito à variabilidade.


A Confortável Zona do AS IS

Por que tantas organizações se acomodam no AS IS? Porque é mais fácil. Ajustar o que já existe exige menos esforço do que repensar completamente um processo. É mais confortável investir em ferramentas para monitorar métricas e obter pequenos ganhos incrementais do que desafiar o status quo com mudanças profundas e disruptivas. Essa abordagem, entretanto, leva a uma perigosa falsa sensação de progresso: indicadores mostram leves melhorias, mas as raízes dos problemas permanecem intocadas. E, quando surgem novos desafios, os processos “melhorados” frequentemente não são resilientes o suficiente para lidar com eles.


A Superficialidade nos Planos de Ação

Diversos estudos mostram que planos de ação superficiais, que não tratam as causas-raiz dos problemas, são ineficazes e levam à reincidência de não conformidades. Entre os sintomas mais comuns estão:

  1. Foco em Treinamentos Genéricos: Soluções que priorizam capacitações sem endereçar os fatores sistêmicos ou estruturais.
  2. Ações Genéricas e Não Específicas: Sugestões vagas, como “melhorar a comunicação”, sem detalhamento prático.
  3. Falta de Conexão com a Análise de Causa-Raiz: Ausência de ferramentas robustas, como os 5 Porquês ou o Diagrama de Ishikawa.
  4. Ausência de um Desenho TO BE: Planos que corrigem problemas momentâneos, sem uma visão clara do estado desejado.
  5. Métricas Mal Definidas: Indicadores genéricos que não permitem mensuração real do impacto.
  6. Soluções Pontuais e Não Sistêmicas: Ações isoladas que não consideram o impacto no sistema como um todo.


A Necessidade de Um TO BE Robusto

Desenhar um TO BE robusto não é apenas imaginar um estado ideal, mas planejar de forma concreta como alcançar um processo resiliente, consistente e sustentável. Esse redesenho exige:

  1. Tratar a Variabilidade na Fonte: Identificar e eliminar inconsistências causadas por insumos, processos ou comportamento humano.
  2. Incorporar Redundância Inteligente: Preparar os processos para lidar com imprevistos sem comprometer a qualidade.
  3. Focar no Cliente Final: Garantir que cada mudança agregue valor ao cliente, alinhada às expectativas de qualidade e eficiência.


O Custo da Superficialidade: Projetos de Alto Esforço e Baixo Impacto Transformador

Em um cenário corporativo cada vez mais competitivo, é comum ver organizações investindo tempo e recursos em projetos que prometem melhorar processos, reduzir custos ou aumentar eficiência. No entanto, muitos desses esforços acabam sendo superficiais, consumindo esforços significativos sem gerar impacto transformador. Esses projetos acabam caindo na armadilha de atender métricas de curto prazo, enquanto problemas estruturais permanecem intocados.


O Alto Custo de Projetos Superficiais

Projetos com alto esforço e baixo impacto transformador podem parecer bem-sucedidos em um primeiro momento. Indicadores mostram melhorias pontuais, e há uma sensação de progresso entre as equipes. No entanto, esses resultados raramente são sustentáveis. O custo oculto dessa abordagem é significativo:

  1. Consumo de Recursos Sem Retorno Real
  2. Desgaste de Equipes
  3. Perda de Credibilidade Organizacional
  4. Oportunidade Perdida para Mudança Real


Por Que Esses Projetos Falham?

  1. Foco no Sintoma, Não na Causa-Raiz
  2. Métricas de Sucesso Limitadas
  3. Planejamento Deficiente


A Armadilha do “Fazer Algo”

Muitas organizações caem na armadilha de “fazer algo” para mostrar progresso. Essa mentalidade resulta em iniciativas de curto prazo que consomem recursos, mas que carecem de impacto estratégico. Projetos de treinamento genéricos, iniciativas de automação não planejadas ou tentativas de “cortar custos” sem diagnóstico adequado são exemplos comuns.


Um Exemplo Prático:

  • Projeto Superficial: Um hospital investe em treinamento para reduzir erros na administração de medicamentos, mas não aborda a variabilidade nos sistemas de prescrição e registro. Apesar do esforço, os erros continuam a ocorrer, pois a causa-raiz — a interface confusa do software de gestão — não foi tratada.
  • Impacto Real Transformador: Uma abordagem robusta incluiria a revisão do sistema, simplificação da interface e a integração de alertas automatizados para minimizar falhas humanas.


Como Evitar Projetos Superficiais?

  1. Diagnóstico Apropriado
  2. Desenho do TO BE
  3. Foco no Impacto Sistêmico
  4. Métricas de Sucesso Relevantes


Conclusão

Projetos de alto esforço e baixo impacto transformador não apenas desperdiçam recursos, mas também comprometem o potencial de mudança real dentro das organizações. A busca por resultados deve ir além do simbólico; é preciso coragem para repensar processos, investir em diagnósticos aprofundados e implementar mudanças que realmente alterem a dinâmica do sistema. Afinal, a transformação não é sobre fazer mais, mas sobre fazer melhor.

➡️ Conheça nosso canal no Youtube
➡️ Confira mais artigos

Foto de Gilberto Strafacci

Gilberto Strafacci

Vice-Presidente do Setec Consulting Group. Cientista de Dados, Especialista em Inovação e Gestão, Engenheiro pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Certified Master Black Belt, Certified Scrum Master, Certified Agile Coach, Certified Kanban Professional, Certified Agile Trainer, Certified RPA COE Manager, RPA Developer e RPA Business Analyst, Certified Manager 3.0, Certified LEGO Serious Play Facilitator.
Linkedin-in Instagram Youtube

NEWSLETTER

Inscreva-se para atualizações exclusivas direto no seu e-mail!

A Setec faz parte do WEPs Women’s Empowerment Principles

SEGMENTOS

  • Automotive
  • Healthcare
  • Industry
  • Service

INSTITUCIONAL

  • Sobre nós
  • Fale conosco
  • Certificado
  • FAQ

SEGURANÇA

  • Política de privacidade
  • Termos de uso
  • Central de privacidade
  • Código de Ética

© 2024 All rights reserved

Powered by NOVE HuB

Certificado

Solicite seu certificado através deste e-mail: certificado@setecnet.com.br