Ir para o conteúdo
Logotipo Branco Setec
  • Segmentos
    • Automotive
    • Industry
    • Service
    • Healthcare
  • Sobre nós
  • Agenda
  • BX Summit
  • MBA Setec
  • Blog
  • Fale conosco
  • Segmentos
    • Automotive
    • Industry
    • Service
    • Healthcare
  • Sobre nós
  • Agenda
  • BX Summit
  • MBA Setec
  • Blog
  • Fale conosco

LOGIN

orbis-branco-vertical
ARG
brasil
Logotipo Branco Setec

LOGIN

orbis-branco-vertical
ARG
brasil
  • Segmentos
    • Automotive
    • Industry
    • Service
    • Healthcare
  • Sobre nós
  • Agenda
  • BX Summit
  • MBA Setec
  • Blog
  • Fale conosco
  • Segmentos
    • Automotive
    • Industry
    • Service
    • Healthcare
  • Sobre nós
  • Agenda
  • BX Summit
  • MBA Setec
  • Blog
  • Fale conosco

LOGIN

orbis-branco-vertical
ARG
brasil
Logotipo Branco Setec
  • Segmentos
    • Automotive
    • Industry
    • Service
    • Healthcare
  • Sobre nós
  • Agenda
  • BX Summit
  • MBA Setec
  • Blog
  • Fale conosco
  • Segmentos
    • Automotive
    • Industry
    • Service
    • Healthcare
  • Sobre nós
  • Agenda
  • BX Summit
  • MBA Setec
  • Blog
  • Fale conosco

China quer 70% de veículos de novas energias até 2030 — e não pretende apenas vender carros

  • setembro 24, 2026

Últimas publicações

Inteligência artificial na indústria: por que ela não chega ao chão de fábrica?

Resposta rápida: entre 2022 e 2024, a inteligência artificial na...

Leia mais8 de outubro de 2026

GD&T ganha importância com ciclos mais curtos e manufatura digital

A ISO (International Organization for Standardization) está finalizando a segunda...

Leia mais7 de outubro de 2026

Como o SMED pode ser aumentado por IA

O SMED (Single-Minute Exchange of Die) é uma das metodologias...

Leia mais6 de outubro de 2026

Atingir o OEE nunca foi tão complexo: linhas compartilhadas, mais produtos, mais setups

O OEE (Overall Equipment Effectiveness) nasceu em um contexto industrial...

Leia mais6 de outubro de 2026

A China estabeleceu a meta de que os veículos de novas energias representem 70% das vendas de automóveis de passeio novos até 2030. Para os veículos comerciais, o objetivo é chegar a 40%.

A categoria chinesa de veículos de novas energias não se limita aos elétricos puros. Ela também inclui híbridos plug-in e veículos movidos a célula de combustível.

As metas fazem parte do plano para o desenvolvimento da indústria de veículos inteligentes, conectados e de novas energias, elaborado por nove órgãos governamentais chineses. (automotivebusiness.com.br⁠)

A meta vai muito além da eletrificação.

O plano prevê também:

  • adoção em larga escala de veículos com direção autônoma;
  • condução automatizada em rodovias, vias expressas e áreas urbanas determinadas;
  • presença de montadoras chinesas entre as dez maiores do mundo;
  • entrada de fabricantes chineses de componentes entre os 100 maiores fornecedores globais;
  • maior participação da China na elaboração das normas e regulamentações internacionais;
  • pico das emissões de carbono da indústria automotiva até 2030, seguido de redução.

Portanto, não se trata apenas de substituir o motor a combustão por uma bateria.

A China pretende dominar o veículo, os componentes, o software, a inteligência embarcada, a infraestrutura industrial e, cada vez mais, as regras que definirão o mercado.

De seguidora a formuladora de padrões.

Durante muitos anos, fabricantes chineses precisaram atender a normas, tecnologias e requisitos desenvolvidos principalmente por empresas e organismos ocidentais ou japoneses.

Agora, o país quer ampliar sua influência sobre a elaboração das normas internacionais.

Essa mudança é estratégica. Quem participa desde o início da definição de uma norma consegue antecipar requisitos, preparar sua cadeia, desenvolver soluções compatíveis e reduzir o custo de adequação.

As empresas chinesas já conquistaram escala em baterias, eletrônica de potência, motores elétricos, software e sistemas de assistência à condução. O próximo passo é aumentar sua influência sobre os padrões técnicos e regulatórios que serão adotados em outros mercados.

O impacto alcançará toda a cadeia.

Uma participação de 70% nas vendas chinesas significa milhões de veículos e uma demanda enorme por:

  • baterias e materiais críticos;
  • semicondutores e componentes eletrônicos;
  • motores e inversores;
  • sistemas térmicos;
  • software e cibersegurança;
  • sensores e sistemas de assistência à condução;
  • infraestrutura de carregamento;
  • reciclagem e logística reversa.

A escala tende a acelerar o aprendizado, reduzir custos e ampliar ainda mais a diferença de velocidade entre os fabricantes chineses e as empresas que ainda tratam a eletrificação como um projeto futuro.

Ao mesmo tempo, o próprio governo chinês já reconhece os riscos do excesso de capacidade e da guerra de preços. Por isso, crescimento não poderá significar apenas lançar mais modelos: será necessário demonstrar segurança, confiabilidade, qualidade e sustentabilidade financeira.

O que isso significa para o Brasil

O impacto não ficará restrito ao mercado chinês.

Com maior escala e pressão competitiva interna, as montadoras buscarão novos mercados. O Brasil será um dos destinos naturais, tanto para veículos importados quanto para investimentos em produção local e parcerias com fabricantes estabelecidos.

Os fornecedores brasileiros precisarão decidir como participar dessa transformação. Algumas perguntas tornam-se inevitáveis:

  • Em quais tecnologias ainda somos competitivos?
  • Que componentes correm risco de ser substituídos por soluções chinesas?
  • Estamos preparados para ciclos de desenvolvimento mais curtos?
  • Conseguimos atender simultaneamente a requisitos chineses, brasileiros e internacionais?
  • Temos capacidade para desenvolver software, eletrônica e sistemas eletrificados?
  • Quais alianças podem acelerar nosso acesso a novas tecnologias?

A meta chinesa de 70% não é apenas uma projeção de vendas. É uma declaração de política industrial.

A China não pretende somente liderar a produção dos veículos do futuro. Pretende também desenvolver os componentes, dominar as tecnologias e participar da definição das regras pelas quais todos os demais terão de competir.

Fonte: Automotive Business — China quer veículos de novas energias em 70% das vendas⁠

➡️ Conheça nosso canal no Youtube
➡️ Confira mais artigos

Foto de Jeannette Galbinski

Jeannette Galbinski

Doutora em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Master of Science em Qualidade e Confiabilidade pelo Technion Institute of Technology. Graduada em Estatística pela USP, com especialização em Administração Industrial pela Fundação Vanzolini. Master Black Belt e consultora internacional especialista na implementação de Ferramentas e Sistemas da Qualidade e projetos de Lean Seis Sigma. Diretora de Marketing do Escape60.
Linkedin-in Instagram Youtube

NEWSLETTER

Inscreva-se para atualizações exclusivas direto no seu e-mail!

A Setec faz parte do WEPs Women’s Empowerment Principles

SETEC CONSULTING EDUCACAO, CONSULTORIA E EDITORA LTDA. CNPJ: 07.615.386/0001-95 Avenida das Nações Unidas 12.399 - Cj 121A São Paulo - SP - CEP 04578-000 - Brasil Fone: (11) 5051-3933

SEGMENTOS

  • Automotive
  • Healthcare
  • Industry
  • Service

INSTITUCIONAL

  • Sobre nós
  • Fale conosco
  • Certificado
  • FAQ

SEGURANÇA

  • Política de privacidade
  • Termos de uso
  • Central de privacidade
  • Código de Ética

© 2026 All rights reserved

Powered by NOVE HuB

Certificado

Solicite seu certificado através deste e-mail: certificado@setecnet.com.br